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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Seus pés em um salto alto

 

 by Revista Pilates
De acordo com o Fisioterapeuta nas mulheres, os problemas nos pés são quatro vezes mais frequentes do que os homens e a incidência de artrite, duas vezes mais comuns e a partir dos 65 anos de idade. “Estima-se que mais de 3% da população mundial com idade acima de 55 anos sofra de dores fortes em conseqüência da artrite no joelho“, esclarece o Fisioterapeuta Allan Delano, da Clínica de Reabilitação Corpo em Terapia.
Segundo o especialista, as mulheres já têm uma tendência natural a ter joelhos voltados para dentro, em forma de“x”, o que contribui para a inclinação da patela, um pequeno osso em forma de pirâmide que se articula com o fêmur e protege a articulação do joelho. “Associado ao uso de saltos altos, isso favorece o desgaste da patela“, afirma o Fisioterapeuta.
Foto: ffffound.com
Tipos de Saltos
Os médicos advertem que os saltos altos e finos são os que causam mais problemas porque com estes saltos, a mulher tende a andar com os joelhos flexionados e sempre se equilibrando. O Fisioterapeuta adianta que a melhor maneira de prevenir danos aos joelhos é troca por calçados do tipo Anabela, que são mais baixos e confortáveis, apresentando uma altura de 4 cm. “O resultado estético pode não ser o mesmo, mas, em termos de saúde e bem estar, essa troca vai seguramente valer a pena”, reforça Allan Delano. Outra ótima opção para quem não abre mão do salto alto, é o uso das plataformas, que são altas, mas em compensação são uniformes e por isso distribuem melhor o peso do corpo.
Peso
Cada um dos pés possui 28 ossos, que formam várias articulações sustentadas por ligamentos e músculos. Para entender melhor essa composição dos ossos, o Fisioterapeuta explica da seguinte forma: se a pessoa está descalça, o peso do corpo é distribuído por toda essa estrutura, mas se calça sapatos com saltos, coloca quase todo o peso no antepé, que é a parte da frente do pé e dos dedos. “Quanto mais alto o salto, maior o peso na região. Na medida que a pessoa caminha se aumenta ainda mais a pressão e ao correr na ponta dos pés então, esta força se multiplica várias vezes. O resultado é uma pressão imensa na região”.
Causas
Além da pressão na ponta do pé, o uso do salto alto e fino causa ausência na mobilidade da parte de trás da perna. “Com o calcanhar nas alturas, o tendão de Aquiles fica encurtado, o que pode ocasionar a tendinite. Os sintomas básicos são a dor e a dificuldade em andar descalço. Os problemas do salto alto não param nos pés. Podem comprometer até os joelhos que, por causa do salto, são flexionados o tempo todo.
Dicas para quem usa salto alto:
  • Quem não pode ficar sem usar sapatos de salto, deve optar pelos modelos com saltos mais largos, que distribuem melhor o peso e estabilizam o tornozelo. Bico quadrado também é o mais recomendado para evitar deformidades dos dedos;
  • Os sapatos plataforma, com a mesma altura do calcanhar à ponta, não pressionam excessivamente o antepé. Mas em compensação chance de torcer o tornozelo é maior;
  • Se puder, deixe a sandália e opte pelo sapato. Assim, o calcanhar estará mais seguro. O reforço lateral proporcionado pelas botas é ainda mais eficiente;
  • Evite saltos muito altos no dia-a-dia. Quanto menor o salto, melhor para a saúde.
Fonte: corpoacorpo.uol.com.br

segunda-feira, 30 de julho de 2012

A importância da ciência do esporte na formação de Atletas Olímpicos



July 30th, 2012 by Revista Pilates
O corpo humano é uma máquina surpreendente! Se você levantar, passar pela porta e caminhar em torno do quarteirão, quase todos seus sistemas serão acionados, ocorrendo incontáveis eventos fisiológicos coordenados pelo cérebro controlando a passagem do estado de repouso ao exercício.
Criando a rotina de se exercitar diariamente, durante semanas ou meses, e aumentar gradualmente a duração e aintensidade de sua caminhada, você verá uma melhora do desempenho do organismo. Com isso, pode-se afirmar que o treinamento é sempre gradativo, levando o organismo a se adaptar a estímulos cada vez mais fortes, seja nível de volume ou de intensidade do treinamento.
Chegar ao nível olímpico não é tão simples. Por trás da formação de um atleta olímpico existe uma equipe formada por uma série de profissionais competentes que intervêm em vários aspectos como os nutricionais, técnicos, táticos, psicológicos, fisiológicos e biomecânicos. Para chegar ao nível que os atletas olímpicos atingiram, a ciência do esporte refinou seus saberes em relação aos conhecimentos gregos do passado. Os cientistas do esporte e técnicos têm hoje um conhecimento muito mais aprofundado e fundamentado em pesquisas científicas para ajudar atletas a controlarem seu desenvolvimento muscular e metabólico nas 29 modalidades praticadas nas olimpíadas.
Foto: exame.abril.com.br  
O acesso a tecnologias mais avançadas, como tênis que realizam uma série de cálculos por segundo para adaptar o pé ao solo em que se encontra, roupas que diminuem o atrito com a água ou ar e várias outras novas tecnologias empregadas, melhoram a performance do atleta durante a prova. Outro fator muito importante é sem dúvida a partepsicológica do atleta, a qual estudos já comprovaram ser fundamental para a realização no rendimento do atleta durante a competição. Psicólogos do esporte hoje têm o conhecimento de que qualquer fator psicológico pode mudar o rendimento de um atleta durante a prova, como a ansiedade gerada por uma noite mal dormida ou a motivação para a final do dia seguinte.
Os atletas olímpicos também contam com profissionais da área de biomecânica, engenheiros e técnicos para poderem alcançar marcas jamais alcançadas antes, chegar a vitórias e superar recordes. Nesse aspecto, o Brasilconta com Centros de Excelência Esportiva (Cenesp), que são laboratórios destinados ao estudo dos esportes e é onde os cientistas dão suporte científico para a melhoria do treinamento do atleta. Um deles está localizado na Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB). ??Esses laboratórios contam com uma série de aparelhos que diagnosticam a performance do avaliado.
Um exemplo é o ergoespirômetro, que tem como função avaliar índices fisiológicos como limiares ventilatórios, capacidade cardiopulmonar e tolerância do esforço máximo. Esses instrumentos de alta precisão tecnológica, como ergômetros para braços e pernas, medidor de ácido lático sanguíneo, analisadores dos gases expirados e outros equipamentos portáteis são utilizados para avaliação em laboratório e no campo, respeitando a especificidade da modalidade praticada. Após a realização de testes, perguntamo-nos como essa “parafernalha tecnológica” ajudará atletas olímpicos a superar seus índices?
A evolução da ciência do esporte contribuiu imensamente para o desenvolvimento tecnológico de equipamentos de avaliação e acessórios esportivos, suplementos alimentares proporcionando o desenvolvimento científico de informações importantíssimas para que o técnico realize o melhor tipo de treinamento para seu atleta alcançar níveis de rendimento máximo. Esse casamento entre a ciência e a prática faz com que o cientista do esporte e o técnicotornem-se aliados na criação de um atleta de ponta.
Existem estudos que mostram o crescente interesse de pesquisadores e profissionais na busca de evidências do método Pilates aplicado em diversos âmbitos par auxiliar os atletas olímpicos. Desde a determinação do custo energético de sessões de Pilates (OLSON et al., 2004), registro da atividade eletromiográfica de músculos envolvidos em seus exercícios específicos (ESCO et al., 2004), comparação entre os seus efeitos sobre a força, flexibilidade e composição corporal aos de um programa de treinamento contra resistência convencional (OTTO et al., 2004), mapeamento de respostas cardiovasculares em alguns de seus exercícios (SCHROEDER et al., 2002), ação sobre o equilíbrio (HALL et al., 1999), efeitos sobre a dor lombar (GRAVES et al., 2005), até mesmo seus efeitos sobre a velocidade de atletas (SEWRIGHT et al., 2004), capacidade e habilidade de salto em ginastas de elite (HUTCHINSON et al., 1998) e postura de bailarinas (MCMILLAN et al., 1998) são alguns dos exemplos dos diversos estudos que têm sido empreendidos.
Ainda assim, há uma enorme lacuna que somente será preenchida com o investimento em novos estudos. Considerando a expansão do método no ambiente fisioterapêutico, do condicionamento físico e do treinamento de atletas, necessário se faz a determinação de meios de melhor controle e do estabelecimento de cargas, caracterização da ação e do envolvimento muscular nos seus diversos exercícios, efeitos de um programa básico, intermediário e avançado sobre parâmetros da aptidão física, atuação sobre desvios posturais, dentre diversos outros.
Por traz de um grande atleta existe muita tecnologia, ciência e pesquisa.
Fonte: saudeesportiva.com.br, efdeportes.com e Keila Elizabeth Fontana

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Protusão Discal (continuação)


Diagnóstico e exame

O diagnóstico pode ser feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e o resultado do exame neurológico. Exames como raio-x, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada.

Tratamento

RMA da Coluna Vertebral
É um programa fisioterapêutico que utiliza técnicas de Fisioterapia Manual, mesa de tração eletrônica, mesa de descompressão dinâmica. Estabilização Vertebral e Exercícios de Musculação. Ele visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas, dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.
Etapas do tratamento

Fisioterapia manual

A disfunção dos tecidos moles pode alterar o movimento articular e diminuir a eficácia da mobilização-alongamento da articulação. É por isso que o tratamento frequentemente começa com este procedimento visando diminuir a dor e o espasmo muscular ou aumentar a mobilidade dos tecidos moles. Esses procedimentos auxiliares podem também tornar mais fácil a realização da mobilização das articulações, produzindo um efeito mais duradouro. Dentre as técnicas de fisioterapia manual utilizamos a Osteopatia, Maitland, Mulligan e mobilizações articulares.





Musculação ou Pilates

Musculação
Após o término das sessões previstas é fundamental buscar alternativas para manter os benefícios decorrentes do tratamento. Serão necessários estímulos frequentes e graduais que garantam a integridade das estruturas músculo-esqueléticas envolvidas e previnam contra novas crises. A opção eficiente e segura é um programa de exercícios de musculação que incluem os principais componentes da aptidão física relacionados à saúde (potência aeróbica, força e flexibilidade) ajustados de acordo com a especificidade da situação e supervisionados por profissionais de Educação Física.
musculacao2
Pilates
É um método que preconiza alcançar um desenvolvimento do corpo de forma uniforme, objetivando uma melhora no condicionamento físico e mental com exercícios globais, isto é, que exigem um trabalho do corpo todo, utilizando diferentes aparelhos e equipamentos.
Através dos seus princípios, concentração, fluidez, controle, respiração, centro de força, postura o praticante do método irá melhora sua consciência corporal, flexibilidade, equilíbrio e força muscular.
pilates1

Fisioterapia convencional
Fisioterapia Traumato- Ortopédica: Eletroterapia, Termoterapia, Fototerapia, Cinesioterapia, Hidroterapia, Massagem.
MedicamentososGeralmente com injeções de analgésicos, antiinflamatórios e relaxantes musculares na fase aguda e o controle com medicamentos orais, para os mesmos fins, para a fase crônica.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Protusão Discal



O que é Protusão discal

O Dicionário Médico Ilustrado Dorland define a hérnia como sendo a protusão anormal de um órgão ou outra estrutura do corpo através de um defeito ou uma abertura natural em um invólucro, cobertura, membrana, músculo ou osso. Portanto, toda hérnia é uma protrusão. Mas nem toda protrusão é uma hérnia.
Para que se constitua em hérnia, a protrusão deve ir além da abertura natural do invólucro, cobertura, membrana, músculo ou osso; ou rompê-lo. Essa é a diferença entre protrusão discal ehérnia de disco. Na chamada protrusão discal, o disco não rompe o anel fibroso. Na hérnia discal ocorre ruptura do anel fibroso em volta do disco intervertebral, e projeção do disco além desse anel, saindo da cavidade que o contém, conforme mostrado na figura abaixo.

Sintomas

Esta lesão é caracterizada por dor local, que é aumentada pelo tossir e espirar, pelo espasmo da musculatura paravertebral e antalgia da coluna lombar. Quando ocorre pressão nas raízes nervosas vertebrais, cria-se uma dor que se irradia pela perna. Essa compressão nervosa pode acarretar déficit de força muscular nos membros inferiores
Os sintomas mais comuns são: Parestesias (formigamento) com ou sem dor na coluna, geralmente com irradiação para membros inferiores ou superiores, podendo também afetar somente as extremidade (pés ou mãos).

Causas

Sofrer exposição à vibração por longo prazo combinada com levantamento de peso, ter como profissão dirigir e realizar freqüentes levantamentos são os maiores fatores de risco pra lesão da coluna lombar. Cargas compressivas repetitivas colocam a coluna em uma condição pior para sustentar cargas mais altas, aplicadas diretamente após a exposição à vibração por longo período de tempo, tal como dirigir diversas horas. (Magnusson ML, Pope ML, Wilder DG, 1996)
Entre fatores ocupacionais associados a um risco aumentado de dor lombar estão:
  • Trabalho físico pesado
  • Postura de trabalho estática
  • Inclinar e girar o tronco freqüentemente
  • Levantar, empurrar e puxar pesos
  • Trabalho repetitivo
  • Vibrações
  • Psicológicos e psicossociais
(Adersson GBJ,1992)
continua......

terça-feira, 12 de junho de 2012

Exercício: bom para o bebê, ótimo para a gestante.

 by Revista Pilates
Ninguém ousa discutir os benefícios da atividade física, mas quando a mulher engravida não faltam mães, tias e avós prontas para recomendar vivamente que a futura mamãe pegue bem leve ou que, no máximo, faça uma caminhadinha. Uma pena. As gestantes podem e devem tirar proveito dos efeitos positivos dos exercícios. Para elas mexer-se traz ainda um outro ganho: o risco de um parto prematuro cai pela metade. Isso é o que revelou um estudo inédito, finalista da segunda edição do Prêmio SAÚDE!.
Conduzido pelo professor de educação física Marlos Domingues na Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, ele avaliou o perl de absolutamente todas as mulheres que deram à luz naquela cidade gaúcha em 2004 algo em torno de 4 mil mães. A proporção de partos antes do programado foi menor entre aquelas que se exercitaram durante toda a gestação e, principalmente, no terceiro trimestre, justamente o período em que as grávidas costumam reduzir o ritmo.
Enquanto alguns fatores de risco para a prematuridade vêm diminuindo caso do tabagismo , outros aumentam assustadoramente. Para se ter uma idéia, só na cidade de Pelotas, a incidência de hipertensão na gravidez pulou de 5,3% em 1982 para 23,9% em 2004 e a ocorrência de diabete gestacional aumentou dez vezes no mesmo período. E esses fatores, junto com a obesidade, podem ser minimizados com a atividade física, lembra Marlos Domingues para justicar o achado. Ele e seus colegas, porém, se aprofundam muito mais na investigação. Por isso mesmo, mães e lhos continuam sendo avaliados de tempos em tempos de 2004 para cá.
Os estudiosos gaúchos querem saber se as mulheres que foram gestantes ativas perderam peso mais rápido ao sair da maternidade, se correram um risco menor de depressão pós-parto e se o desenvolvimento neuromotor e psicológico de seus lhos é diferente do dos bebês nascidos de gestantes sedentárias. Ou seja, essa pesquisa poderá comprovar muitos outros benefícios do esporte na gravidez.
Foto: www.donagiraffa.com
Antes de mais nada, que fique bem claro: cada grávida é uma grávida e a última palavra é sempre do obstetra. Só ele pode dizer o que a paciente tem condições de fazer. Mas, com o sinal verde, a gestante ganha, e muito, se largar o sedentarismo. Engorda menos, não sofre tanto com dores nas costas e nas pernas graças ao fortalecimento da musculatura, tem menos risco de desenvolver diabete gestacional e hipertensão. Isso sem contar a melhora no condicionamento e no alongamento, o que facilita por tabela o trabalho de parto. Aliás, um mito precisa ser derrubado: longe de se tornar mais frágil, a futura mãe vira uma espécie de supermulher. Ela tem mais sangue em circulação, ganha flexibilidade, alguns sentidos se aguçam. Tanto que a gravidez é considerada uma espécie de doping no meio esportivo, compara Marlos Domingues. Em princípio não há nenhuma contraindicação para os exercícios nessa etapa da vida.
E isso vale até para as sedentárias inveteradas. Mas, para elas, por se tratar de um período de intensa adaptação do organismo, vale mais do que nunca a regra de começar aos poucos e fazer uma atividade mais leve, como natação, hidroginástica, ioga ou caminhada, lembra Nilka Donadio, ginecologista e obstetra da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana. E, nesse caso específico, os médicos são praticamente unânimes: as mulheres sedentárias só devem dar a largada após o terceiro mês de gestação, quando o embrião já se implantou. Aí há menos risco de aborto, justifica o ginecologista e obstetra Claudio Bonduki, da Universidade Federal de São Paulo.
Quanto às grávidas que já eram assíduas de quadras e academias, só precisam fazer um ajuste no ritmo e na intensidade mas em geral podem manter todas as modalidades com as quais estavam habituadas, até mesmo corrida. A intensidade é que deve ser inversamente proporcional ao tempo da gestação, nota o ortopedista Ricardo Cury, da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, lembrando que no fim da gravidez o barrigão pode, sim, incomodar e pesar, inclusive sobre as articulações.
O fato é que carregar de 10 a 15 quilos a mais, sofrer com inchaços, insônia e ainda ter que lidar com as oscilações de humor pode não ser nada fácil por mais que se pregue que é esse o tal momento mágico na vida de toda mulher. Não há uma pílula para combater esses transtornos típicos do período, diz Marlos Domingues. Os exercícios, sim, é que podem ser um santo remédio.
A atividade física sempre fez parte da rotina da administradora de empresas paulistana Regina Acher, de 34 anos, que hoje trabalha no mercado financeiro. As sessões incluíam ginástica localizada, pilates, alongamento e transport. “Quando engravidei, até tentei adaptar os exercícios, mas acabei optando pelo deep running”, conta, referindo-se à corrida praticada com equipamentos especiais dentro da água. Além disso, Regina faz uma musculação leve, somando umas seis ou sete horas semanais de atividade. Sinto que isso ajuda a controlar o inchaço e até a ansiedade, nota ela, que espera a pequena Nina para fevereiro.
Fonte: Abril

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Saiba como a prática de Pilates influência de forma positiva no equilíbrio e postura do atleta

by Revista Pilates
Por Rafaela Porto
Instrutora Certificada STOTT PILATES
Coordenadora Técnica da Pilates StudioFit
Apesar de particularidade das modalidades esportivas, cada uma delas pode ter sua performance aperfeiçoada com o Pilates!
É comum os esportistas desenvolverem algum tipo de desequilíbrio muscular devido aos exercícios e esforços repetitivos em determinados grupos musculares e à ausência de treino em outros.
Atualmente percebemos uma grande preocupação clínica e científica sobre a postura dos atletas, especialmente nos cuidados com a coluna, por esse motivo os exercícios que promovem melhor estabilização estão presentes de forma marcante.
O Pilates é um aliado entre os esportistas, principalmente pelo fato de trabalhar a região do core, conjunto de músculos profundos (estabilizadores) abdominais e dorsais que controlam o centro de gravidade do nosso corpo. O fortalecimento do core é de fundamental importância no equilíbrio, principalmente em atividades de grande movimentação, como saltos e corrida, prevenindo dores e lesões e a melhora no rendimento físico do atleta.
foto: STOTT PILATES® photography © Merrithew Corporation
Esse trabalho não consiste em uma técnica específica de atuação, mas sim em um conceito de estimular as musculaturas na intenção de incentivar a melhora postural e otimizar o desenvolvimento mecânico do praticante.
Além dos benefícios específicos de cada esporte, o Pilates pode ser utilizado como uma forma de recuperação ativa. Estudos apontam a importância da realização de atividades de baixo impacto para restabelecer as reservas de glicogênio e eliminar o ácido lático produzido durante uma prova ou partida.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Pilates: A filosofia por detrás do método

 

  by Revista Pilates
pilates_filosofia
O método de Joseph H. Pilates foi o produto da sua observação durante toda a vida do corpo humano e do seu funcionamento natural. Ele chamou este sistema de “Contrologia”, que ele definiu como “a ciência e a arte de coordenar o desenvolvimento do corpo, mente e espírito através de movimentos naturais sob o rigído controle da vontade.
“Os movimentos da “Contrologia” foram projetados para exercitar ao máximo cada um dos feixes nos 800 músculos-motores voluntários que cada um de nós recebeu para nos modificarmos. Realmente, a própria essência da filosofia da “Contrologia” é que cada célula do cérebro seja treinada para cooperar com as outras.
O Método combina o melhor das tradições Ocidentais e Orientais, fundindo a mente e o corpo uma unidade trabalhando em completa harmonia um com o outro. A abordagem Oriental do exercício é o caminho da calma, da concentração e a percepção de si mesmo como um todo enfatizando-se o alongamento e a flexibilidade. A abordagem Ocidental enfatiza o movimento, o tônus muscular e a força. Joseph H. Pilates enfatiza estas duas abordagens em seu Método.